Um passo adiante: ciclo fechado e economia circular

Quem acompanha a nossa marca já deve ter visto que temos novidades sobre o ciclo do nosso produto. E como há de ser, com novas ações também temos um papo para colocar em dia por aqui. 

Primeiro vale saber que “fechar o ciclo” está ligado à nossa responsabilidade não só ao produzir e entregar os produtos, mas também quando ele deixa de ser usado. O que você faz com a sua bolsa quando chega a hora de desapegar?

Depois de um tempo estudando esse ciclo, demos início à logística reversa que funciona assim: se você tem uma bolsa da nossa marca em condição de uso e mora no estado de São Paulo, pode enviar ela de volta para gente e, em troca, receber um cupom de 20% de desconto para uma próxima compra em nosso site, com validade de um ano.

Essas peças serão recuperadas e estarão disponíveis no brechó que vamos organizar. No momento essa logística funcionará apenas para São Paulo e com peças em bom estado, mas esse é apenas o início de um processo que queremos que continue fazendo parte de nossa marca (em todo o país e com todas as peças).

Cuidado para desenvolver um produto durável e de consumo responsável.

 

Um pé na economia circular

Uma economia circular é um sistema econômico de ciclos fechados, em que as matérias-primas, componentes e produtos perdem o seu valor o mínimo possível. Queremos renovar a energia e distanciar a atividade econômica do consumo de recursos finitos. Dessa forma, poderemos minimizar o lixo e, logo, os impactos ambientais e sociais.

 

A economia circular, a qual nos apoiamos, tem 3 princípios:

  • Reduzir (matérias-primas)
  • Reutilizar (produtos e componentes)
  • Reciclar (oferecendo um novo ciclo, com qualidade, às matérias primas)

 

Diferente do marketing tradicional que pensa nos produto por meio dos ciclos de "desenvolvimento, introdução, maturidade e declínio”, praticamos o desenvolvimento do nosso produto da maneira mais sincera possível, pensando em cada fase da produção, escolha do material, dos fornecedores, dos parceiros, embalagens facilmente recicladas e compostadas e, agora, cuidando para que o produto não seja descartado incorretamente.

É importante ter atenção para não criar brechas nisso tudo. Priorizamos os fornecedores que estão mais próximos geograficamente, por exemplo, minimizando os impactos logísticos e a emissão de CO2. É impossível zerar os impactos, mas estamos atentas para minimizá-los.

Faz parte de nós enxergar além da entrega.

 

Você sabe o impacto de um descarte irregular de um acessório no meio ambiente?

A indústria têxtil, por si só, é de grande impacto social e ambiental. Independentemente do tipo de fibra utilizada (algodão, lã, viscose, viscose de bambu, tencel, poliamida/náilon, poliéster, etc) ela implicará em impactos desde a sua produção, cultivo, transporte, utilização de água, pesticidas (ex: agricultura do algodão). Além disso, o tempo de decomposição de tecidos varia de acordo com o material: 

Algodão: entre 10 e 20 anos

Couro: Até 50 anos 

Tecido sintético: entre 100 e 300 anos

É isso, temos motivos suficientes para não descartarmos esses produtos indevidamente e, mais do que isso, para apoiarmos transformações no consumo.

Através de uma mudança de perspectiva podemos redesenhar a maneira como nossa economia funciona e fazer produtos que podem ser “feitos de novo” (é nisso que acreditamos!).

 

Tem uma peça em condição de uso pronta para o desapego?

Para participar e enviar a sua Maria Tangerina é só clicar aqui!

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